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Estratégias para negociar dívidas empresariais: como evitar a inadimplência e retomar o controle financeiro

Tempo de leitura: 5 minutos
Negociar dívidas empresariais
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O controle financeiro pode alavancar ou afundar uma empresa: tudo depende da forma como ele é feito. Muitas vezes o leme fica solto e a direção é perdida, mas é possível recuperar o controle do barco com algumas medidas. E, entre elas, a negociação de dívidas é uma das mais importantes.

Seja para resgatar a saúde financeira da sua empresa ou para evitar que ela desande, leia este artigo até o fim e descubra como fazer uma negociação de dívidas estratégica e evitar a inadimplência.

 

Planejamento financeiro e gerenciamento de dívidas 

O planejamento financeiro empresarial detalhado é fundamental para orientar as ações da empresa no uso de seus recursos. A ferramenta organiza as finanças, mas também traça a trajetória que deverá ser percorrida pelos negócios para que os objetivos de desenvolvimento sejam alcançados mesmo diante dos mais diversos cenários econômicos.

Nesse ponto não importa o tamanho nem o setor de atuação. O planejamento financeiro deve traçar metas reais de orçamento, de redução de custo e projeção de despesas e receitas, além de uma avaliação detalhada da sua capacidade de endividamento.

É aí que entra o gerenciamento de dívidas, um ponto essencial para a saúde financeira empresarial. Afinal, ele não só controla, mas reduz as dívidas, organizando entradas e saídas com o propósito de não estourarem os limites financeiros.

Dessa forma, além de melhorar o fluxo de caixa, o gerenciamento de dívidas eficiente pode evitar a falência e possibilitar uma expansão dos negócios de modo saudável.

 

Identificação, Classificação das Dívidas e Análise da Situação

A primeira etapa para retomar o controle financeiro é fazer uma relação completa de todas as dívidas da empresa, classificando-as por urgência. Inclua o valor, os juros e os prazos para pagar. 

Dessa forma é possível revelar não só as áreas mais problemáticas, mas destacar as prioridades de ação de acordo com a capacidade atual de pagamento. 

Essa capacidade de pagamento, por sua vez, é um indicador de liquidez. Ou seja, é a capacidade financeira que uma empresa tem de honrar seus compromissos, convertendo ativos em pagamentos.

Desta forma é possível avaliar a saúde e a sustentabilidade financeira da empresa a curto e longo prazo, assim como a quantidade dos recursos disponíveis para o pagamento de dívidas, relacionando receitas, despesas corporativas e custos operacionais.

 

Estratégias de negociação de dívidas

A negociação de dívidas é fundamental para retomar o controle financeiro da sua empresa. E não tem como negar: apesar de ser desafiador, é preciso negociar com os credores através de uma comunicação aberta, direta e transparente, e sempre com a disposição de chegar a um acordo que interesse a ambos. 

Mas não esqueça de estabelecer metas de pagamento realistas baseadas na sua capacidade financeira, sempre alinhadas com seu fluxo de caixa.

Algumas estratégias ajudam bastante a chegar a um denominador comum. Estender o prazo de pagamento, por exemplo, alivia a pressão financeira imediata dos pagamentos mensais. 

Pode ser uma boa ideia mesmo pagando mais juros a longo prazo, o que normalmente ocorre quando você pede mais tempo para pagar. Mas se a ideia é se livrar daquela dívida para retomar o controle financeiro empresarial, proponha um desconto para o pagamento à vista. 

Assim você se livra da dívida para o futuro, embora corra o risco de descapitalizar um pouco a empresa. Essa decisão deve ser tomada junto ao gerenciamento de dívidas.

Sempre há a possibilidade de tentar negociar taxas de juros mais baixas, abatendo mais da dívida principal. Para isso, é fundamental convencer que a sua empresa é confiável e merece uma taxa de juros mais favorável – talvez em troca de algum serviço extra ou vantagem para o credor.

 

Consolidação de dívidas

Consolidação de dívidas é a reunião de várias dívidas em uma só, geralmente através de um empréstimo no valor total de todas elas para que as já existentes sejam pagas de uma só vez.

Dessa forma, é possível se livrar das várias parcelas e taxas associadas a cada dívida individual, substituindo-as por uma única parcela, geralmente com taxa de juros menor do que a soma de todas as taxas das dívidas individuais.

Assim o valor da parcela cai e o orçamento empresarial fica mais leve, com a diferença podendo ser usada de outra forma estratégica.

Além da taxa de juros mais barata, há outras vantagens. Uma delas é a maior facilidade de fazer um controle financeiro mais eficiente, já que você lida com apenas uma mensalidade.

Há ainda um bom alívio do estresse financeiro, já que lidar com várias dívidas pode ser angustiante e com uma única dívida os esforços ficam mais concentrados.

Mas há um outro ponto importante: a consolidação de dívidas também melhora o score de crédito da empresa, principalmente se os pagamentos forem consistentes.

Fora tudo isso, você também ganha mais prazo para pagar, já que está começando um novo empréstimo. Assim a empresa ganha maior flexibilidade para adaptar o pagamento à sua capacidade financeira.

 

Aproveite as oportunidades de renegociação

Há várias oportunidades de renegociação de dívidas que podem ajudar você a restabelecer o controle financeiro da sua empresa. Algumas são bastante interessantes e valem a pena serem avaliadas, como o Desenrola Pequenos Negócios, por exemplo.

Lembre-se que épocas de crise geralmente são boas ocasiões para fazer negociações interessantes, além de gerarem oportunidades para as empresas se reinventarem através de ideias criativas e de impacto no mercado.

Aproveite também para criar um fundo de reserva para enfrentar momentos difíceis e imprevistos financeiros.

Veja como fazer:

Faça uma análise detalhada das finanças da empresa. A partir daí, determine um percentual dos lucros do negócio que pode ser reservado todos os meses para o fundo. O ideal é que haja sempre o suficiente para cobrir no mínimo 6 meses de custos operacionais.

Não deixe o dinheiro parado. Aplique os recursos do fundo em algum tipo de investimento seguro e de resgate rápido, como um CDB com liquidez diária.

Não faça retiradas desnecessárias. O recurso deve ser usado apenas em situações críticas. E sempre que surgir uma situação que justifique uma retirada, reponha o montante o mais rápido possível.

Assim é possível montar uma base financeira sólida, evitando que tenha que  recorrer a empréstimos sempre que surgir uma adversidade.

 

Monitore e ajuste regularmente

Recuperar o controle financeiro deve ser um processo contínuo, sendo constantemente monitorado e ajustado, sempre revisando os resultados financeiros.

Apesar dos desafios, é possível restabelecer a credibilidade e a estabilidade financeira da empresa através de um comprometimento contínuo, construindo assim uma base sólida para o futuro.

 

A Zignet pode te ajudar a recuperar o controle financeiro da empresa

Há várias estratégias que te ajudam a recuperar o controle financeiro, garantindo maior sustentabilidade para a sua empresa. A renegociação de dívidas é um passo básico e inegavelmente estratégico, mas também é importante fazer parcerias bancárias com instituições que ofereçam ferramentas eficientes para a saúde financeira do seu negócio.

Venha conhecer todas as facilidades da Zignet para a sua empresa e descubra como ser muito mais competitivo no mercado!

 

Foto do CEO da Zignet Paulo Loffreda

Paulo Loffreda é um empreendedor e investidor atuante nos cenários empresariais do Brasil e dos Estados Unidos. Fundador e sócio da ZIGNET Instituição de Pagamento em São Paulo, lidera a inovação na tecnologia financeira. Além disso, como fundador e sócio da PlusA Real Estate Development em Orlando, destaca-se em investimentos e desenvolvimentos imobiliários nos EUA. Foi sócio fundador da Planvale Benefícios adquirida pelo UP Group e como fundador e ex-presidente nacional da CEBRASSE – Central Brasileira do Setor de Serviços, sua trajetória é marcada por contribuições significativas para o setor empresarial brasileiro.

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